Receptor ou alvo farmacológico é a parte do organismo responsável por interagir diretamente com o fármaco, permitindo a produção do efeito farmacológico. A maioria dos receptores são macromoléculas, como proteínas, localizadas na superfície ou no interior das células.
Trasmucosa: absorção através das mucosas. (Fonte: Princípios fundamentais..., p.7)
• Conjuntival. (Consta como Via Transmucosa na p.7 e como Via Parentérica Especializadas na p.13; Fonte: Princípios fundamentais...)
• Nasal. (Fonte: Princípios fundamentais..., p.7)
• Pulmonar. (Consta como Via Transmucosa na p.7 e como Via Parentérica Especializada na p.13; fonte: Princípios fundamentais..., p.7)
Enzima chave: UDP-glicuronosiltransferase (UGT).
Formas farmacêuticas sólidas são apresentações de medicamentos em estado sólido, cada uma com características específicas:
• Comprimidos: pó comprimido, geralmente sem revestimento, de sabor amargo.
• Drágeas: comprimidos revestidos por uma camada de açúcar ou resina, facilitando a deglutição e protegendo o fármaco.
• Cápsulas: invólucro de gelatina (dura ou mole) que contém o fármaco, usadas para mascarar sabores desagradáveis e podem ser de liberação entérica (intestinal).
• Comprimidos sublinguais: formulados para serem colocados debaixo da língua, proporcionando absorção rápida e evitando degradação gástrica.
• Comprimidos mastigáveis: possuem desintegração facilitada quando mastigados, sendo de fácil administração.
• Comprimidos efervescentes: dissolvem-se rapidamente em água, devendo ser administrados imediatamente após a dissolução.
• Comprimidos de revestimento entérico: possuem revestimento especial que resiste ao ácido do estômago, dissolvendo-se apenas no intestino (meio alcalino).
• Comprimidos Oros/Matricial: formulados para liberação controlada do fármaco por até 24 horas.
Potência refere-se à quantidade ou concentração de um fármaco necessária para produzir um efeito de determinada intensidade. Está relacionada à afinidade fármaco-receptor: quanto maior a afinidade, maior a potência. Um fármaco é mais potente quando uma dose menor é necessária para produzir o mesmo efeito que outro (ex.: fentanil é mais potente que a morfina).
Bioequivalência é a condição em que duas formulações apresentam taxas e graus de absorção semelhantes, sem diferença clínica relevante em eficácia e segurança.
Ou seja, medicamentos são considerados bioequivalentes quando apresentam comportamento farmacocinético semelhante, resultando em efeitos terapêuticos equivalentes.
Reabsorção t
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As vias que evi
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Farmacocinética
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Os receptores n
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