Droga: Qualquer substância química com atividade biológica capaz de produzir efeito fisiológico ou farmacológico, sendo considerada a matéria-prima de um fármaco.
Princípio ativo / fámaco: O fármaco é a substância química definida, isolada e com estrutura conhecida, responsável pelo efeito terapêutico.
Medicamento: produto farmacêutico final composto por fármaco associado a excipientes, pronto para administração.
Os receptores nicotínicos e adrenérgicos são tipos de receptores celulares envolvidos na transmissão de sinais:
Receptores nicotínicos: são receptores ionotrópicos (canais iônicos regulados por ligante) seletivos para sódio (Na?). Seu agonista endógeno é a acetilcolina. Estão envolvidos na transmissão nervosa e no vício da nicotina.
Receptores adrenérgicos: são receptores metabotrópicos (acoplados à proteína G) que respondem à adrenalina e noradrenalina. Subdividem-se em alfa e beta. Por exemplo, os receptores beta-1 atuam no coração (aumentando a frequência cardíaca) e os beta-2 nos brônquios (promovendo broncodilatação).
Determina a fração ativa: apenas a fração livre do fármaco é farmacologicamente ativa e passível de eliminação. Quanto maior a ligação, menor a fração livre.
Prolonga a duração do efeito: fármacos com alta ligação proteica (ex.: propofol, 97% ligado) têm ação mais prolongada, pois o complexo se desfaz lentamente, liberando fármaco gradualmente.
Risco de toxicidade em hipoalbuminemia: animais com baixos níveis de proteínas plasmáticas (doenças hepáticas, renais, desnutrição) apresentam maior fração livre, podendo levar à intoxicação mesmo com a dose correta.
Risco de subdose em hiperalbuminemia: excesso de proteínas reduz a fração livre, podendo levar à falha terapêutica.
Interações medicamentosas por deslocamento: fármacos com maior afinidade podem deslocar outros dos sítios de ligação, aumentando a fração livre do fármaco deslocado e potencializando seus efeitos adversos.
A interação entre fármacos pode potencializar efeitos adversos, exigindo cautela na prescrição.
Os alimentos podem modificar a absorção dos fármacos:
• Podem retardar a absorção.
• Podem aumentar a absorção em casos específicos.
Os alimentos podem aumentar ou diminuir a absorção. A presença de alimentos geralmente atrasa a absorção, mas há exceções, como o propranolol, cuja absorção aumenta com alimentos, o que pode resultar em efeito reduzido ou até intoxicação.
A absorção determina a quantidade, a velocidade e a forma como o fármaco se torna disponível para exercer efeito terapêutico.
A ligação prote
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A fosfolipase A
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No estômago
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Exemplos de rec
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